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19/06/2017

Atividade econômica cresce em abril

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado ontem, registrou alta de 0,28% em abril, na comparação com o mês de março.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado ontem, registrou alta de 0,28% em abril, na comparação com o mês de março.

A alta mostra retomada da atividade econômica no segundo trimestre já que em março o índice havia apresentado queda de 0,44% em relação a fevereiro. Ante abril e igual período de 2016, a alta foi de 0,51%.

O IBC-Br avalia a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. Segundo a autoridade monetária, no acumulado em 12 meses até abril, o IBC-Br dessazonalizado registrou baixa de 2,66%.

O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Análise

Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), o crescimento obtido pelos grandes setores da economia em abril deste ano, na série com ajuste sazonal, somado ao bom momento por que passam as atividades agropecuárias, alimenta as perspectivas de que venha se repetir no segundo trimestre de 2017 um resultado positivo para o PIB que, no primeiro trimestre, subiu 1% frente ao quarto trimestre de 2016.

"O risco maior disso não ocorrer vem, seja da fragilidade que ainda prepondera no consumo e no investimento da economia, seja dos efeitos do agravamento da crise política sobre a evolução econômica", avaliam os economistas do Iedi, por meio de nota.

Em abril, a indústria conseguiu obter, pela primeira vez no ano, uma taxa de crescimento positiva, embora de apenas 0,6%, frente a março com ajuste sazonal. Já o comércio varejista, em seu conceito restrito, e o setor de serviços avançaram um pouco mais: 1% na mesma comparação em ambos os casos.

Consideradas as vendas de automóveis, autopeças e materiais de construção, o resultado do varejo sobe para 1,5% em abril. Entretanto, em todos os casos acima, o melhor desempenho em abril não chegou a compensar as retrações no mês de março.

Fonte: Construção Civil - Política nacional | Material | DCI Online | Economia | SP

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