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12/07/2019

Buscando o equilíbrio entre crianças e condôminos

Para evitar conflitos nas áreas comuns do prédio, nada melhor que o bom senso dos pais aliado ao trabalho atento do síndico.

Crianças em férias e condomínio em polvorosa. Com muito tempo livre e um espaço aparentemente seguro, os pequenos ficam por todos os lados, o que não agrada a todos os vizinhos. Além do barulho, eles podem usar espaços indevidos como as garagens, o que além de proibido pode ser muito perigoso devido ao risco de acidentes. Para evitar problemas e também conflito entre os vizinhos, nada melhor que o bom senso dos pais aliado a um trabalho do síndico e um pouco de tolerância por parte dos vizinhos.

Síndica profissional e diretora de Condomínios do Secovi Regional Norte, Ana Maria Losi Marques de Jesus explica que para evitar problemas os pais precisam conhecer a convenção do condomínio e o regimento interno. Por outro lado, o síndico deve cuidar das áreas comuns destinadas às crianças, como playground, sala de jogos, quadras e outros, para que estejam em condições de uso.

 

“Os pais devem ter em mente que o funcionário do condomínio não é babá. Tem pais que acham que os funcionários irão olhar as crianças. Inclusive, no regimento deve estar escrito que determinados espaços devem ser usados na companhia de um responsável. As crianças devem obedecer e permanecer nas áreas destinadas a elas. Em alguns prédios mais baixos o térreo é moradia e o barulho irá incomodar os moradores. Os pais devem orientar que ali não é lugar de brincadeiras”, alerta.

 

Como nem todos os pais podem tirar um período de férias para ficar com as crianças, Ana Maria recomenda que os vizinhos façam um rodízio entre eles, de modo que a cada dia um adulto se responsabilize pela criançada e oriente atividades. Dentro do próprio condomínio é possível organizar um piquenique. A área gourmet pode ser utilizada para fazer aulas de culinária com as crianças. Os pais também podem organizar uma biblioteca, fazendo um rodízio de livros.

“É preciso a colaboração de todos. Os funcionários devem alertar os pais caso vejam as crianças em áreas não permitidas, como academia e sauna e o síndico deve dar advertência. Um dos locais de maior risco dentro dos condomínios são as garagens. As crianças querem andar de bicicleta, roller e skate mas lá não é local de brincadeiras. Já aconteceram acidentes graves nesse local. Cabe advertência e até multa”, afirma.

Outro local de risco são os elevadores. Embora as empresas peçam que menores de dez anos não usem o equipamento sozinhos, é comum vermos crianças andando sozinhas. “Como a criança vai se comportar é uma questão dos pais. O cuidado é sempre necessário e não é porque todos são vizinhos que as crianças devem andar desacompanhadas. O barulho também é algo que depende do bom senso de cada um. Se ele for exorbitante, o vizinho pode reclamar, mesmo que não esteja no horário do silêncio. Às vezes, alguém está doente, ou tem bebê. O que foge à normalidade deve ser analisado”, recomenda.

Fonte: Sistema Secovi-PR 

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