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26/10/2018

Casas: Vendas e valores em níveis recorde

Só no primeiro semestre do ano foram transacionados mais de 86 mil alojamentos familiares, um aumento de quase 20% face a igual período do ano passado.

Só no primeiro semestre do ano foram transacionados mais de 86 mil alojamentos familiares, o que representa um aumento de 19,8% face a igual período do ano passado. Os dados foram revelados pela APEMIP e indicam que, os  valores de venda rondaram os 11,6 mil milhões de euros, um crescimento de 30,5% face ao primeiro semestre de 2017.

Neste panorama, as casas usadas têm ganho cada vez mais relevância, tendo os valores de venda de alojamentos existentes superado os 9 mil milhões de euros e registado um aumento de 33,4% face ao período homólogo.

Para o presidente da APEMIP, Luís Lima, este facto não é uma surpresa. “O mercado de usados é cada vez mais importante no sector, uma vez que nos últimos anos a construção nova foi muito escassa. A grande maioria do stock imobiliário existente é de usados, havendo necessidade de haver uma renovação do mesmo, sobretudo nas principais cidades como Lisboa ou Porto, que apresentam escassez de oferta face à procura existente”.

No segundo trimestre de 2018, registaram-se 45.619 transações de alojamentos familiares, tendo sido o melhor desde que há registo, e fixando um aumento de 12% face ao trimestre anterior, estando os dados oficiais a ir ao encontro das estimativas que têm sido avançadas pela APEMIP.

Apesar das dinâmicas do mercado imobiliário serem muito positivas, o representante das imobiliárias receia o impacto que as recentes notícias e propostas feitas no âmbito do sector, como a introdução de um novo escalão no AIMI, a chamada “Taxa Robles” ou a eventual extinção do Regime Fiscal para Residentes Não Habituais, possam ter no investimento estrangeiro em imobiliário português. “Mesmo que acabem por não ser aprovadas, a repercussão mediática destas propostas causam receio a quem esteja a ponderar investir no imobiliário português. Muitas vezes acabam por preferir não arriscar, e dirigem o seu investimento para outros países por considerarem que não é seguro investir em Portugal, porque as regras podem mudar a meio do jogo”, diz o representante das imobiliárias que, realça que ainda há muitas zonas do País a precisar deste investimento.

“Infelizmente, continuam a fazer-se propostas e a tomar decisões a olhar para o País só a partir de Lisboa, quando ainda há muitas regiões, sobretudo no interior, que podem e precisam de beneficiar deste tipo de investimento que aos poucos se está a descentralizar”, declara Luís Lima.

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