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07/01/2020

Dicas para cuidar do seu carro na garagem do condomínio.

Fora, riscos e amassados! O que fazer para manter seu veículo seguro dentro do estacionamento

O Brasil é uma nação de amantes de carros: são mais de 50 milhões circulando pelo país. Em proporção, esse número quer dizer que, a cada quatro brasileiros, há um veículo automotivo nas ruas. Nossas cidades são tomadas por sons de motores e é necessário ter condutores cuidadosos para que o trânsito em centros urbanos seja seguro.

Mas não é apenas quando estão em movimento que os automóveis demandam cuidados. Carros precisam de atenção mesmo quando estão na garagem, em especial se os estacionamentos são compartilhados, como nos prédios. Sabendo disso, conversamos com um especialista e reunimos alguns conselhos para manter seu carro são e salvo enquanto está estacionado no condomínio.

Mas quais riscos meu carro pode correr?

“Risco” é a palavra exata para falar sobre os danos que os veículos podem sofrer em uma garagem coletiva. Afinal, a lataria pode ser riscada ou amassada no processo de tirar e colocar o carro na vaga. Nesses casos, o profissional Tuffy Kansou, que trabalha com reparação automotiva há quase 25 anos, afirma que o melhor a fazer é levar o carro à oficina. Mas, antes, é importante avaliar o estrago, porque diferentes avarias exigem diferentes soluções. “Se foi só um amassado, algo que não tenha lacerado a pintura, um serviço de martelinho de ouro resolve. Ele aquece a lata, e, com a ferramenta adequada, tensiona de volta ao seu lugar”, esclarece. Porém, se o dano for maior, pode ser preciso mandar o automóvel para repintar.

Além disso, alguns problemas podem ser causados pela estrutura do condomínio. Por exemplo, se a tinta do teto descasca por estar calcinada e cai sobre a lataria, isso pode danificar a pintura do carro. Vazamentos sobre o veículo também podem ser danosos. Nessas situações, o correto é entrar em contato com o síndico o quanto antes, compartilhando com ele o problema.

 

Mas o que faço para proteger meu carro?

Tuffy explica que um cuidado simples pode proteger a lataria de danos e da poeira: o uso de cera. “Hoje em dia, há produtos que também preservam o carro de lacerações e de raios ultravioleta. Basta lavar e passar uma camada a cada 30 dias”, afirma. Esse tratamento pode ser feito em um lava-car. O dono do veículo só precisa conversar com os profissionais, pedindo por um tipo de cera que atue como protetora nessas situações.

E com o motor? Quais cuidados devem ser tomados?

Se o carro costuma ficar por longos períodos parado na garagem, componentes como a bateria e o motor podem sofrer desgastes. A bateria perde a carga quando o veículo fica desligado por muito tempo. Nesses casos, para que ela volte a funcionar, é preciso executar um processo chamado “chupeta”, durante o qual é transferida a carga de uma bateria para outra. Segundo Tuffy, para essa operação é essencial chamar um profissional, pois uma “chupeta” feita da forma errada pode ocasionar uma pane elétrica.

Também é fundamental verificar o nível de óleo antes de dar partida no carro. Essa substância é importante por atuar como lubrificante para o motor, limpando suas superfícies internas e garantindo seu bom funcionamento. Antes de sair dirigindo, Tuffy recomenda olhar embaixo do automóvel: manchas de líquido podem significar problemas. Nessas circunstâncias, pegue o telefone e chame alguém qualificado para verificar a questão.

Bati no carro do vizinho! E agora?

Em meio às manobras para tirar ou colocar o carro na vaga de estacionamento, danos no veículo de algum vizinho podem acontecer. Diante dessa situação, o melhor a fazer é contatar o dono do automóvel ou deixar um bilhete com seus dados e com um pedido de desculpas. “Isso é algo que todo mundo deveria fazer: assumir a responsabilidade! Não dá para bater e sair correndo”, diz Tuffy. O correto é que o responsável pela batida arque com o conserto. Por meio do diálogo, as partes envolvidas podem chegar a um acordo a respeito do profissional a ser contratado para fazer o serviço.

Se um carro foi danificado por algum vizinho, mas o culpado não se manifestou, a parte prejudicada pode contatar o síndico do condomínio, pedindo pelas imagens de segurança do estacionamento. Estas devem ser analisadas para que o responsável seja identificado.

Fonte: G1

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