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03/02/2020

Elevadores na mira dos síndicos

Em edifícios residenciais, um elevador pode durar 30 anos ou até mais se tiver manutenção frequente e atualização tecnológica.

FonEles trazem conforto e rapidez para os usuários de qualquer edifício, mas por trás da comodidade tem sempre um síndico atento para que o equipamento funcione corretamente. E problemas não faltam, pois é comum ouvir de síndicos que os elevadores trazem muita dor de cabeça, além de custos altos para o condomínio. Oscilações de energia, excesso de peso e mau uso das máquinas são as principais complicações enfrentadas pelos síndicos. Veja como eles estão solucionando os problemas e confira também as dicas de especialistas:

Segurar o elevador impedindo o seu funcionamento, colocar excesso de força no botão de chamada, e ainda apertar vários andares sem necessidade. Esses são os principais problemas apontados pelo síndico Carlos Roberto Réus Brasil em seu condomínio, o Residencial Marbella, em Florianópolis. Para controlar o uso e também por uma questão de segurança – tanto para o usuário como para o próprio condomínio – os elevadores possuem câmeras instaladas no seu interior.

Já para evitar desgastes diários – geralmente ocasionados por excesso de peso em atividades como mudanças e obras – Carlos Brasil segue a tradicional rotina: colocar capas de proteção nos elevadores. E não esquece também de relatar aos técnicos da manutenção que houve uma situação extra de carga e orienta a todos os envolvidos: proprietário do apartamento e entregadores que não ultrapassem o peso indicado pelo fabricante do elevador.

Para ele, ter sempre uma boa relação com a empresa de manutenção contratada e trocar experiências com outros síndicos acaba trazendo mais segurança a todos. Seguindo esta linha, Carlos tem conquistado bons resultados. Afinal – argumenta – o mercado de peças para elevadores é extremamente fechado, ao contrário do mercado de veículos, que dispõe de diversas empresas para atender ao consumidor na hora de um aperto. “Essa aproximação contribui para disponibilizar a todos os usuários e condôminos um conforto e uma programação em seu caixa se necessitar de uma grande compra”, explica Carlos, aconselhando a manutenção mensal já que, a partir daí, é feita a revisão do funcionamento da máquina.

Carlos cita como exemplo um caso ocorrido por falta de peças no mercado local. No dia primeiro do ano, o elevador do seu condomínio parou de funcionar e, como o defeito aconteceu num feriado prolongado, teve de esperar até quatro dias pelo conserto. “As empresas não possuem um estoque de peças volumoso para os elevadores. Dessa forma, dependendo do elevador algumas peças são solicitadas para São Paulo”, esclarece.

Clique aqui para ler na íntegra

Fonte: CondominioSC

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