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07/06/2017

Energia fotovoltaica é opção para driblar aumentos na conta de luz do condomínio

Investimento em geração própria pode até zerar gastos com energia nas áreas comuns

Em tempos de bandeira tarifária amarela –e até vermelha–, mudanças no cálculo que mede o risco de faltar energia pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e escassez de chuvas, o aumento no preço da energia elétrica é inevitável. Os grandes consumidores de energia, como os condomínios residencias, são os que mais sofrem com essa instabilidade. Entretanto, é possível passar longe desse problema. Uma das alternativas é se tornar um gerador de energia para consumo próprio, por meio da instalação de usinas fotovoltaicas.

Há exatamente um ano em vigor, a Resolução Normativa Aneel 687/2015 estabeleceu novas regras para geração de energia, autorizando os empreendimentos com múltiplas unidades consumidoras, como os condomínios residenciais (verticais e horizontais), a gerarem a própria energia e ser recompensado por isso.

Funciona assim: a instalação de um sistema de geração própria de energia possibilita que o consumidor compartilhe o que produz com as grandes concessionárias, por meio do Sistema de Compensação de Energia. Dessa forma, a unidade geradora instalada em um condomínio, por exemplo, produz para o consumo e o que não for utilizado é repassado ao sistema da distribuidora. Isso se transforma em crédito, que será abatido das próximas contas do produtor.

Antônio Terra, diretor da ForGreen, empresa especialista em energia renovável, destaca que a economia pode ser grande com a instalação de um sistema de geração própria. “Um condomínio que gasta, em média, R$20 mil por mês com energia nas áreas comuns terá o investimento recuperado em quatro anos. Um sistema fotovoltaico tem vida útil de, pelo menos, 25 anos. A economia ao produzir energia suficiente para consumo e não pagar a conta de luz nos 21 anos restantes é de R$ 5 milhões”, detalha Terra.

Economia sustentável

A tendência mundial é de que qualquer residência, condomínio ou empresa pode gerar a própria energia, o que vem sendo incentivado pelas grandes concessionárias. Afinal, isso diminui a necessidade de investir na construção de grandes usinas e linhas de transmissão. Entretanto, a instalação de sistemas particulares exige planejamento financeiro.

Para tornar viável a instalação de usinas de geração própria, existem empresas que utilizam modalidades de financiamento particular, com taxas, muitas vezes, abaixo do mercado. “O condomínio paga para a ForGreen mensalmente o que costumava pagar na conta de energia, que será zerada com a instalação da usina fotovoltaica. Muito antes do prazo de vida útil do sistema, o financiamento será quitado e ele vai continuar consumindo a energia que produz, sem custos adicionais”, explica Terra.

Para o consumidor, a vantagem é que esse tipo de financiamento apresenta taxas que devem se manter abaixo, inclusive, do aumento anual no preço da energia, cotado em 7%, pelos próximos oito anos, sem considerar os acréscimos regulados pela inflação. “O Brasil só não entrou em colapso energético porque o país não estava crescendo. Por isso, é necessário que o consumidor final também produza a própria energia”, finaliza.

Fonte: Condominio do futuro

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