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14/05/2018

Juros seguem em baixa à espera de corte da Selic, apesar das vendas no varejo

Segundo um profissional, o mercado está corrigindo o avanço recente das taxas na esteira da escalada do dólar e também já está à espera de mais um corte da Selic na semana que vem, porque o dado de varejo nesta sexta não altera o cenário.

Os juros futuros seguiu em queda na sexta-feira, 11, apesar de as vendas no varejo terem mostrado alta em março e no trimestre, e do dólar ter passado a subir ante o real, após uma abertura em baixa.

Segundo um profissional, o mercado está corrigindo o avanço recente das taxas na esteira da escalada do dólar e também já está à espera de mais um corte da Selic na semana que vem, porque o dado de varejo nesta sexta não altera o cenário. Pouco antes do fechamento deste texto, no entanto, a taxa curta renovou máxima junto com o fortalecimento do dólar e se aproximava dos ajustes.

As vendas do comércio varejista subiram 0,3% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado coincidiu com a mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 0,50% a avanço de 1,50% (mediana positiva em 0,30%).

Na comparação com março de 2017, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 6,5%. Nesse confronto, as projeções iam de uma expansão de 3,90% a 7,40%, com mediana positiva de 6,20%. As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 3,8% no ano. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 3,7%.

Na série trimestral com ajuste sazonal, as vendas no varejo cresceram 0,7% no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2017. O resultado veio acima da mediana das estimativas (0,50%) e dentro do intervalo de previsões (-0,80% a 1,10%) da pesquisa Projeções Broadcast.

Às 9h48, o DI para janeiro de 2019 estava 6,260%, de 6,259% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2020 recuava para 7,17%, de 7,22%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 caía para 8,21%, de 8,26% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 marcava 9,40%, de 9,44% no ajuste de quinta.

No câmbio, o dólar à vista subia 0,30%, aos R$ 3,5598 e o dólar futuro de junho ganhava 0,22%, aos R$ 3,5660.

Fonte: Diário Indústria & Comércio

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