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02/02/2018

Locações estão aquecidas neste começo de ano

Depois de amargar períodos de defasagem, preços dos aluguéis ensaiam recuperação em 2018

O setor de locação começa a dar sinais de recuperação dos preços depois de amargar períodos de defasagem. O Índice FipeZap de Locação, que acompanha o preço de aluguel de imóveis em 15 cidades brasileiras, registrou ligeira alta de 0,09% entre novembro e dezembro de 2017. O preço de aluguel residencial encerrou 2017 com queda nominal de 0,69%. Entre as cidades monitoradas, Curitiba apresentou a segunda maior variação positiva no ano (3,99%), ficando atrás apenas de Recife (PE), com 4,98%.
A projeção é de que em 2018 o mercado de locação residencial continue essa escalada verificada no fim do ano passado. "O nosso mercado imobiliário está muito relacionado com a variação do PIB e incentivo ao crédito imobiliário. Com as taxas de juro caindo, os imóveis voltam a ser uma boa opção de investimento", avaliou Cristiane Crisci, gerente de inteligência de mercado do Grupo Zap VivaReal. 
Em Londrina, o setor está aquecido. Em 2017, 26% dos imóveis anunciados na plataforma do Grupo Zap VivaReal eram para locação. Destes, 68% eram apartamentos. A procura maior é por apartamentos de um a três quartos. 
O diretor de lançamentos do Secovi Paraná (Sindicato da Habitação e Condomínios), Marcos Roberto Moura, afirma que o mercado londrinense está se comportando bem, principalmente neste começo de ano. "Os apartamentos de dois e três quartos têm boa saída. Se você tiver um apartamento bem cuidado e com boa localização não terá problema para alugar. Também está em moda os imóveis de um quarto com sala e cozinha conjugadas", afirmou Moura. 
O preço médio do metro quadrado na cidade não apresentou grande variação. Saiu de R$ 15,96, em 2016, para R$ 15,29, no ano passado. Os imóveis com um dormitório tiveram a maior valorização, custando em média R$ 17,11, segundo dados do Grupo Zap VilaReal. 
Moura lembra que os preços dos aluguéis estão com defasagem entre 20% e 30%. "O mercado adequou os preços três ou quatro anos atrás quando a crise se instalou e vem absorvendo essa defasagem", disse o diretor do Secovi. 
As regiões próximas aos polos universitários como a Gleba Aurora, as avenidas Inglaterra (zona sul) e São João (zona leste) e a zona Oeste estão atraindo mais interesse, assim como a região central. 
O corretor Flávio Moreira de Araújo, que é proprietário de quatro apartamentos, dois de um dormitório e os demais de dois quartos, na região central, afirma que a locação tem sido rápida. "Em novembro, dois inquilinos deixaram os apartamentos, mas já no começo de dezembro consegui alugar. Na região central há pequena oferta de apartamentos menores e a demanda é grande", comentou. 
Investimento 
Apesar dos preços congelados, a locação ainda é uma boa opção de investimento. A rentabilidade fica na casa dos 0,4% e 0,5% do valor do imóvel. "Como investimento financeiro, a locação costumava empatar em função da rentabilidade. Agora, está suado para tirar esse empate. Mas o mercado faz o bem ter uma valorização a longo prazo que os investimentos financeiros não têm", avaliou Araújo. 
"É seguro ter um imóvel. Mesmo estando fechado, o proprietário está ganhando em valorização", enfatizou o diretor do Secovi. Mas ele orienta que na hora de investir deve-se analisar a localização e apostar em móveis planejados. "Hoje, o imóvel com uma cozinha planejada tem preferência de um sem os móveis. O cliente também avalia o preço final do aluguel com o condomínio incluso", disse Moura.

Fonte: Folha de Londrina

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