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01/06/2020

Ratinho Junior aposta na retomada da economia já em agosto

ECONOMIA

Na análise do Governo do Estado, teremos mais 60 dias de cuidados na área da saúde para, em agosto, retomar as atividades econômicas. A previsão, do governador Ratinho Junior, tem respaldo técnico e científico do secretário da Saúde, Beto Preto, que, embora prevê um pico maior da Covid-19 neste início de junho, quando o frio passa a ser mais intenso.


O governador do Estado que esteve reunido, por videoconferência, com técnicos do Sebrae, não pode errar com suas previsões. Por isso, sustenta que se o Estado mantiver o bom controle da pandemia e houver regressão na curva de contágio, a expectativa é que em agosto todas as atividades produtivas voltem à normalidade.


Falar em normalidade também é arriscado, porque durante todo este período de pandemia, muitas empresas pequenas e médias acabaram perdendo capital financeiro e humano e ampliaram suas dívidas, o mesmo acontecendo com algumas indústrias do setor produtivo, à exceção do agronegócio.


Profissionais autônomos também terão dificuldades para retomarem suas atividades. Enfim, a conta aumentou e o dinheiro sumiu devido ao isolamento social, com o fechamento das portas de empresas de serviços não essenciais.


Mas Ratinho Junior afirmou que o governo estadual já está elaborando projetos para estimular a economia e reforçou que haverá aporte de recursos públicos em obras urbanas e de logística que vão contribuir para a retomada.


O governador também fez um balanço das ações do Estado para enfrentar a pandemia e dos resultados até o momento. “Somos o 22º estado no ranking de pessoas infectadas pela Covid-19, temos baixo grau de letalidade e uma organização da nossa rede de saúde. Nossas decisões sobre o enfrentamento são diárias”, destacou.


Ele citou ainda que muitas atividades consideradas essenciais seguiram em funcionamento e com resultados bastante expressivos, mesmo com os reflexos negativos da Covid-19. “Não paramos o nosso sistema de logística, o Porto de Paranaguá tem batido recordes históricos mesmo durante a pandemia”, disse.


O governador disse que o Paraná tem feito a lição de casa, enxugando a máquina e reduzindo custos, para enfrentar a queda na arrecadação, prevista em R$ 3,2 bilhões, por causa da desaceleração da economia e da redução de repasses federais.


“Desde o início da nossa gestão, o planejamento tem sido uma regra em todas as secretarias. O Paraná vinha muito forte, com crescimento industrial de 5,7%, o maior do Brasil. Perdemos receita, mas com tranquilidade e perseverança tenho certeza que vamos sair dessa com muito equilíbrio”, disse o governador durante a videoconferência.

Fonte: Paraná Portal

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