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17/08/2018

Volume e preços devem aumentar nas transações imobiliárias em alguns setores

O volume e os preços de transação devem aumentar nos setores hoteleiro, comércio/serviços e industrial.
O volume e os preços de transação devem aumentar nos setores hoteleiro, comércio/serviços e industrial, enquanto deverá haver maior estabilidade nas taxas de rentabilidade, segundo um inquérito à área imobiliária da consultora Deloitte. Com base num inquérito ao setor imobiliário, a segunda edição do Portuguese Real Estate Investment Survey, referente ao segundo trimestre de 2018, indicou que se perceciona “um aumento do volume e dos preços de transação, para os próximos três meses, nos setores hoteleiro (77%), comércio/serviços (69%) e industrial (62%)”
“Espera-se ainda uma maior estabilidade das taxas de rentabilidade, nos setores industrial (85%), comércio/serviços (69%) e residencial (61%)”, lê-se. Entre as conclusões estão ainda a estratégia afirmada pela maioria dos inquiridos no investimento (54%), à frente do desinvestimento e gestão de portfólio. Serão os investimentos ‘core’ (principais) os preferidos (46% das respostas).
Como comentou Jorge Marrão, líder do setor de Real Estate da Deloitte, os core assets (ativos principais) são “claramente os ativos de menor risco, de rendimento mais estável, com clientes de elevado nível de rating, em melhores localizações”. “Paralelamente, estes ativos têm um nível de manutenção mais elevado. A sua valorização é mais reduzida, com a contrapartida de um ‘cash-flow’ estável”, acrescentou o mesmo responsável, notando que a atitude é de “preservação de capital com um risco mais baixo face a outras ofertas alternativas” e com uma liquidez mais elevada.
A grande questão, de acordo com o responsável, “é se os investidores estão cientes dos riscos associados aos core assets e se poderão ajustar o seu retorno e crescimento”.
O mesmo inquérito adianta que a maioria (54%) dos players prevê aumentar o seu portfólio em mais de 10% e que a banca (69%) mantém-se como principal fonte de financiamento para aquisições de imobiliário, seguindo-se fundos de pensões e fundos dos fundos. A origem do capital é sobretudo europeia (62%) e norte-americana (54%), seguindo-se a Ásia e o Médio Oriente (31% cada). Os fundos de pensões (62%) ganham destaque como os principais compradores de imobiliário em Portugal, segundo o mesmo relatório, que referiu que a origem dos investidores é maioritariamente europeia (85%).
Nesta edição do inquérito, a entrada de novos agentes e o investimento estrangeiro são indicadas como as variáveis que terão um maior impacto positivo no setor (85% e 77%, respetivamente), enquanto a burocracia e a política fiscal são referidas como as que terão maior impacto negativo (46% e 38%, respetivamente).
Nos últimos 12 meses, 54% dos inquiridos fizeram aquisições de montante superior a 50 milhões de euros, maioritariamente no mercado português; 31% realizou alienações entre os 25 milhões e os 50 milhões de euros. O Portuguese Real Estate Investment Survey é um estudo trimestral da Deloitte que avalia a perceção dos agentes do setor imobiliário português em relação à evolução do mercado e à sua estratégia, atual e futura. Nesta edição, participaram sociedades gestoras de fundos imobiliários, empresas, capital de risco/ private equity, bancos e seguradoras.

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